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Memórias da Covilhã

Memórias da Covilhã

O Jardim Público da Covilhã

28.04.17, Memórias

 Agradeçemos a colaboração de Paulo Jesus ,Paulo Guilherme Raposo Pereira e de António Garcia Borges

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A cerca do antigo Convento de São Francisco, foi o primeiro Cemitério Municipal da Covilhã. Os enterramentos terminaram ali em 1874, devido à construção do novo Cemitério na zona do Gameiro, que ainda hoje existe. Foram necessários alguns anos para a transladação dos mausoléus, jazigos, campas rasas e sepulturas, para este novo cemitério.

No ano de 1908, os terrenos foram utilizados para a construção de um jardim público, na altura considerado uma interessante parcela do património citadino.

Foi autor do seu traçado João de Ascensão Loriga, também autor do projeto do coreto. Além da finalidade recreativa, este jardim, do princípio do século XX, teve outras funções. Foi local de festas complementares da Feira de São Tiago (que voltou a este espaço de 16 de Julho a 1 de Agosto de 1999, comemorando os 588 anos desta feira), sem stands disseminados pelos arruamentos e tendo por palco o harmonioso coreto. Neste, era costume, aos Domingos e Quintas-Feiras, na quadra estival, ouvir-se a Banda do “21” (Regimento de Infantaria 21), sob a batuta de Costa Lança. Foi também, palco de espetáculos de beneficência, por ali tendo passado destacados artistas da música ligeira.

A 15 de Fevereiro de 1951, a Covilhã sofreu uma forte tempestade, acompanhada de um grande ciclone, que destruiu muitas árvores e derrubou o velho cipreste do antigo cemitério. Nessa altura deu lugar a uma nova urbanização que se manteve até aos anos 60.

A partir dessa data sofreu grandes alterações, foi demolido o coreto e teve uma nova urbanização, sendo que o povo covilhanense passou a desfrutar de um jardim moderno, retilinto, mas considerado por muitos menos atrativo que o anterior.

Nos finais do século XX, este jardim teve novamente obras de requalificação, passando a parque de divertimento, e foi inaugurado a 29 de Julho de 2001.

In História da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, António Garcia Borges

 

 

 

Feira Popular do Sporting da Covilhã Anos 50

12.04.17, Memórias

Vamos recordar a nossa muito célebre Feira Popular do Sporting (obviamente do Sporting Clube da Covilhã) dos seus tempos áureas na I Divisão Nacional e no auge da indústria rainha que tivemos na Covilhã - os lanifícios, quando não havia falta de emprego. E não havia as tecnologias de hoje. O produto desta Feira revertia a favor do Sporting da Covilhã e da Colónia Infantil da Montanha, nas Penhas da Saúde. Podemos recordar muitas das figuras citadinas e do distrito, quer no âmbito da indústria, do comércio, dos serviços e da vida municipal; também do jornalismo e vedetas do Sporting local e do Sporting lisboeta.

Fotos e Texto de João de Jesus Nunes

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A Covilhã Cultural e Desportiva 1958

12.04.17, Memórias

Vejam, com minúcia, as muitas Coletividades Populares que a Covilhã tinha, e hoje ainda tem algumas d'outrora, e outras novas, onde as pessoas (trabalhadores e não só) passavam o tempo, na excelência dum espaço de cultura e recreio, contrastando com alguns momentos nefastos na vida de hoje. Estas fotos reportam-se a um evento no norte do País, de âmbito nacional, cujo motivo desconheço. As fotos têm, no verso, duas localidades do fotógrafo: Braga e Póvoa de Varzim, e a data de 23 de setembro de 1958. Não obstante já se reportarem a quase seis décadas, ainda me recordo de, nalgumas Coletividades, encontrar caras que vi jogar nos Campeonatos do Inatel, que, nessa altura, ainda se chamava FNAT.

Facebook de João Jesus Nunes

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O 25 de Abril e o 1º de Maio na Covilhã 1974

12.04.17, Memórias

>>>> DIAS DE REVOLUÇÃO DIAS DE LIBERDADE >>>>E VOCÊ, ONDE É QUE ESTAVA....? >>>> QUANDO ACREDITAR ERA SINÓNIMO DE SOFRER

"O povo saiu à rua. Na Covilhã, assim que as notícias da revolução começaram a circular, as escolas pararam, as fábricas fecharam, e a população concentrou-se junto ao Pelourinho, em manifestações de júbilo que ninguém esquece. E o poder caiu. A 26 de Abril já o presidente da Câmara estava destituído há largas horas, e reinava na autarquia uma comissão administrativa. Uma das primeiras do País. Nem admira, tratando-se de cidade com fortes tradições e cultura operária."

 

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Os Pastores e a Serra

08.04.17, Memórias

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A LENDA DO PASTOR DA SERRA DA ESTRELA

QUE SE TORNOU UM REI SEM REINO

POR TER VENCIDO O REI DO MUNDO

E SER O ÚNICO (COMO QUALQUER UM DE NÓS)

QUETEM O CONDÃO DE TER E PODER FALAR COM A SUA ESTRELA..

  1. Um pastor jovem, de longe (Alentejo, Estremadura espanhola...) que se sente seduzido, em sonhos acordados, por uma estrela...
  2. A estrela, transformada em pastora, aparece-lhe com cântaro de água, ferrada de leite e cesta de pão centeio... as riquezas da serra...
  3. Seduzido, o pastor parte, acompanhado pelo seu cão, perante a reprovação e a mau augúrio dos velhos da terra que já viram mitos partir e desistir e morrer...
  4. Caminha durante anos, até que o seu cão morre de velho, trabalha em cada terra para não ser pesado e angariar meios para continuar; e parte sempre apesar dos maus presságios e ditos das gentes das terras que preferem ficar paradas...
  5. Chega à Cova da Beira e à Cova da lã, a partir do que, não há mais caminho... só ermos, segredos e montes proibidos...
  6. Caminha sozinho. Passa as PORTAS DOS HERMÍNIOS - A PORTA DOS MONTES ERMOS -
  7. 1º Encontra o CÃO DA SERRA DA ESTRELA que primeiro lhe parece uma Pedra negra ainda um pouco coberta de neve que se derrete...
  8. O CÃO leva-o até os novelos de neve ou lã que afinal é um imenso rebanho de ovelhas que precisam de protecção contra lobos, javalis, linces e outros animais que povoam a Serra...
  9. O Pastor com o seu Cão, torna-se senhor de grandes rebanhos, que defende e protege, sendo respeitado por todos os animais da Serra, que afinal ele sustenta com os seus imensos rebanhos...
  10. Rodam as estações da Serra: a seguir ao manto de neve que se vai desfazendo ( no Inverno); a serra é coberta de um manto de verde e de flores de uma fragrância estonteante (a Primavera); depois fica deslumbrante e desoladamente nua (no Verão); e coberta de mil tons de castanho e atapetada de folhas secas (no Outono); até que volta de novo o Inverno... quando o pastor já tinha atingido o topo da Serra, o cimo, e na primeira noite, no mais alto, teve a visita, sonho, de falar e dormir com a sua ESTRELA...
  11. A fama do Pastor correu Mundo e o Rei do Mundo manda-lhe emissários: Daria reinos e riquezas ao Pastor em troca da Serra e do segredo de falar com a sua Estrela...
  12. O Pastor despede os emissários do Rei do Mundo, recusa qualquer preço e ameaça: a Serra não tolera nem perdoa cobiças e avidez...
  13. O Rei do Mundo furioso, manda exércitos de milhares de homens atacar a Serra... Os exércitos são dizimados implacavelmente, pela estonteante fragrância da Primavera, pela desolada e deslumbrante nudez do Verão, pelo atapetado das folhas do Outono, e os que restam são irremediavelmente desbaratados e enterrados pelos precipícios e avalanches de neve do Inverno...
  14. E assim, para todo o sempre aquele PASTOR DA SERRA DA ESTRELA, TORNOU-SE UM REI SEM REINO, POR TER VENCIDO O REI DO MUNDO, E SER O ÚNICO (COMO QUALQUER UM DE NÓS), QUETEM O CONDÃO DE TER, E PODER FALAR COM A SUA ESTRELA...

 

In – Viagem à Minha S Terra, A  Verdadeira História do PASTOR DA SERRA da ESTRELA contada do cimo de 2000 anos de Altitude - de José da Serra do Vale do Zêzere, um de NÓMIO de JRG.

 

http://www.joraga.net/contos/pags/5recolhasCL_serraEstrela.htm#Lenda01