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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017

Vila do Tortosendo

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“LOCAL Onde começou o Tortosendo? Qual o seu “berço”?
É uma pergunta que não tem resposta unânime de que já procurou as origens desta terra. 1. Há quem afirme que o Tortosendo, nasceu de rosto virado ao Sol, a respirar o ar da Serra, no lugar do Casal da Serra e aí foi construída a primeira Igreja de Santa Maria de Susão (de Cima).”

“AS LENDAS
Como acontece com tudo o que é antigo, sobre o nome de Tortosendo, formou-se uma lenda. Como se sabe as lendas ou fábulas aparecem quando não se tem a certeza das coisas, ou pela desfiguração de uma tradição autentica que não resistiu ao tempo, ou porque o povo não sabe explicar uma coisa. Sobre o Tortosendo assim foi. São estas as lendas.”

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O TORTOSENDO – ORIGENS
O NOME
Os Lusitanos habitaram o espaço geográfico compreendido entre os Rios Douro e Guadiana. Ter-se-ão fixado no Tortosendo? Não o sabemos. Terão os romanos feito o povoamento de Tortosendo? Outra pergunta sem resposta. O Tortosendo oferecia elementos de primeira ordem para a fixação dos romanos: A serra, o vale fértil e sobretudo o rio Zêzere. Mas apesar de tudo, temos infelizmente de referir que não se conhece a origem do Tortosendo.
Tudo o que sabe sobre a origem do topónimo da Vila de Tortosendo se reduz a 4 hipóteses.
1. No seu dicionário geográfico, Pinho Leal aventa a opinião de que Tortosendo tem o seu étimo num vocábulo arcaico -“tortoses” (rolas) significando por isso “terra de rolas”. Se é verdade que algumas há, não são tantas que pareça justificar-se o nome da terra por essa razão. Há quem alcunhe esta hipótese de absurda e que até para a corrigir se começou a escrever “zendo” com um “z” em vez de um “s”. O próprio Pinho Leal, não se mostrando convicto do que afirmava, dá outra solução:
2. Diz o ilustre antiquário, pondo de parte a primeira hipótese, que Tortosendo é a corrupção de Tructesendo, cujo patronímico Tructesendes, nome godo, próprio de um homem que teria dado o seu nome a este lugar, por ele fundado ou se teria tornado senhor desta terra. Se isto se podesse provar poderíamos dizer que o Tortosendo teria aparecido, com este nome, pelo Sec. VII ou princípios do Sec.VIII, quando os Godos por aqui passaram. No entanto esta opinião parece estar antiquada e está hoje posta de parte, depois do que o douto filólogo Dr. José M. Piel observou e provou a respeito da palavra Tortosendo.
3. Trata-se de um nome pessoal, Troitosendo (Tructesindus) de origem germânica muito usado até ao início da monarquia e ainda nos Sec. XII e XIII. É um nome formado com “dractus” Tructesindus, Tructsendo, que, na evolução morfológica da palavra, deu já na forma portuguesa Troitesendo (Sec X – XIII) e que significa “expedição militar”. É frequentíssimo em documentos medievais. E, na verdade, o ilustre filólogo Dr. Piel prova as suas afirmações: “Antes da nacionalidade o topónimo formava-se a partir do genitivo que seria no caso presente, “Troitegendi” (Troitsendi). Ora Tortosendo não é genitivo. E os topónimos antroponímicos são genitivos (possessivos), patronímicos ou plurais. Atendendo à relativa falta de significação toponímica do caso acusativo, este não é de considerar (apesar de opiniões em contrário).”
4. Tendo em vista o grande despovoamento da região, no domínio Muçulmano e o seu repovoamento no Sec. XII, tudo concorre para fazer crer que Tortosendo é um topónimo desta época. Será pois um nome pessoal, próprio, na forma “romance” ou talvez já portuguesa “troitesendo” usado por um povoador do termo da Covilhã, após a concessão da carta de foral de 1186 por D. Sancho I. Seria então um cavaleiro qualificado e privilegiado capaz de aplicar o nome a um local. Aliás o foral da Covilhã, que se estendia ao termo, alude muitas vezes a cavaleiros e peões. Isto não implica que o Tortosendo não existisse em épocas mais recuadas. A terminar diremos que, e sem autoridade sobre o assunto, e aceitando a opnião do Dr. J.M.Piel a palavra Tortosendo parece ser um nome pessoal de origem germânica, que teve a seguinte evolução: Tructesindus -Tructesendo -Truitesindo -Troitesendo -Tortosendo. In Tortosendo, Na História, Na Tradição e Na Lenda P. José do Vale Carvalheira


AS LENDAS
Como acontece com tudo o que é antigo, sobre o nome de Tortosendo, formou-se uma lenda. Como se sabe as lendas ou fábulas aparecem quando não se tem a certeza das coisas, ou pela desfiguração de uma tradição autentica que não resistiu ao tempo, ou porque o povo não sabe explicar uma coisa. Sobre o Tortosendo assim foi. São estas as lendas.
I A palavra Tortosendo é formada por “Torto” e “Zendo”, sendo o primeiro vocábulo aplicado a um senhor que era assim apelidado por ser na realidade “torto” fisicamente e nas acções e ele dono de uma quinta com o nome de “Zendo”, onde se produzia bom vinho que ele vendia numa taberna em que ficavam os forasteiros. A junção dos dois vocábulos deu o nome à terra: Tortozendo.
II Conta-se que há muitos, muitos anos, existia uma casinha térrea e pequenina e que dentro vivia uma família boa, unida mas pobrezinha. O pai madrugava para ir cavar a terra dura, os irmãos guardavam as ovelhinhas, a mãe limpava, cozia e tratava da panela e ela, a irmanzita doente e aleijada, triste e só, lá ficava encostada à velha oliveira. Mas um dia… deslumbrada viu sentada num dos ramos mais baixos da oliveira, uma senhora bela e irradiante que, sorrindo, lhe estendeu um objecto desconhecido e assim falou: — Minha filha, pára com a tua tristeze e pega nesta roca com que passarás teus dias a fiar. Embora doentinha e torta sendo amiga de ajudares teus pais, contribuirás assim para o bem estar da tua família e com o teu exemplo, que se propagará, para o progresso da tua terra! Teria vindo deste acontecimento o nome de “Tortasendo” que daria mais tarde “Tortosendo”, com o seu desenvolvimento da indústria de fiação e têxtil e a sua devoção a Nossa Senhora da Oliveira, nosso orago?


LOCAL Onde começou o Tortosendo? Qual o seu “berço”?
É uma pergunta que não tem resposta unânime de que já procurou as origens desta terra. 1. Há quem afirme que o Tortosendo, nasceu de rosto virado ao Sol, a respirar o ar da Serra, no lugar do Casal da Serra e aí foi construída a primeira Igreja de Santa Maria de Susão (de Cima).
2. Outros dizem que foi nos Maiorais, junto ao Ribeiro de Santiago.
3. José Apolinário Ramos, no opúsculo “Algumas Notas Sobre A Vila de Tortosendo” diz que a fundação desta povoação poderia localizar-se a partir do que é hoje o Bairro do Cabeço até ao Largo da Feira, vindo a estender-se ao longo de meia encosta para a Covilhã.
4. Outros dizem que o Tortosendo surgiu no lugar denominado por “Quinta dos Quadros” ficando mais abaixo da Quinta do Semeão o Largo da Feira de S.Miguel onde existia uma Cruz com o nome deste Arcanjo. A princípio não passou de um pequeno Casal como é óbvio. Teria aqui sido construída a primitiva Igreja de S. Miguel de Jusão (de Baixo).
5. Há ainda quem diga que o berço do Tortosendo são as Machedes, junto ao Ribeiro Grande, e os Escabelados, junto ao Ribeirinho.
Quem terá razão? Não o sabemos.

 

Situação Geográfica
Situa-se na encosta Sudoeste (S.W.) da Serra da Estrela Cota média 500 a 600 metros de altitude. Latitude 40 17′ 29′ Longitude 1 36′ 30′ Faz parte da SubRegião Agrícola da Cova da Beira. Não faz parte do Parque Natural da Serra da Estrela. Área da Freguesia 19,128750 Km2 Situa-se na Margem direita do Rio Zêzere.

Confrontações:
Norte S.Martinho
Nordeste Boidobra
Este Ferro
Sudeste Alcaria
Sul Dominguiso
Oeste Cortes do Meio
HABITAÇÃO
A Habitação é sem dúvida o reflexo de um povo. Caracteriza o modo de viver, o passar de uma época e regista concepções de vida pela sua configuração, tendo ainda muito a ver com a situação económica.
No Tortosendo pode-se fazer referência a 3 tipos de habitação diferentes:
1. O Solar
2. As Casas Ricas
3. As Casas Típicas
1. SOLAR Na Vila, há apenas um solar, o da família Garrett, situado frente à Igreja Matriz. Tem uma capela particular, enormes jardins, uma piscina, estábulos, um lagar de azeite.
2. CASAS RICAS No respeitante a estas casas há aquelas que não vêm por linhagem directa. Dentro destas há a destacar a casa rica industrial e a casa rica agrícola. Outras há, como a “casa das Amarais”, em pleno centro da Vila, na Praça da Liberdade que não eram nem agrícolas, nem industriais.
CASA RICA INDUSTRIAL -tem a particularidade de o fabrico de lanifícios se situar na parte inferior da casa. Esta divisão era bastante ampla, com tectos muito altos. Estas foram as primeiras casas da Vila a ter energia eléctrica.
CASA RICA AGRÍCOLA -guardavam-se na parte inferior os produtos agrícolas.
3. CASAS TÍPICAS Eram construídas em pedra até ao primeiro andar, madeira (taipa) e barro. As paredes eram em geral argamassadas. Por baixo ficava a loja onde se guardavam os animais, produtos agrícolas e as pipas do vinho, tendo a porta a particularidade de ser mais larga que a ombreira a fim de facilitar a entrada das pipas do vinho.
No andar superior à loja ficava a habitação propriamente dita, com divisões interiores feitas de madeira de pinho (taipas) e barro. A escadaria neste tipo de casa é exterior terminando num balcão de granito (geralmente com alpendre) que dá acesso à porta de entrada ligando logo com a cozinha sendo esta geralmente de telha vã. Havia um local ao centro onde se acendia o lume, por cima deste penduravam-se os enchidos em varas de fumeiro, por altura da matança do porco. Era decorada ainda pela cantareira, bancos, tropeço, bruxa (assador), salgadeira, onde se punha o presunto, havendo ainda candeeiros de azeite ou petróleo e os tradicionais mochos (bancos pequenos)
O telhado da casa era geralmente de telha, mas também se empregava bastante a ardósia. As portas e as janelas eram de dimensões reduzidas e os quartos (divisões interiores) davam para uma sala comum. Estas casas possuiam ainda uma varanda alpendurada, cheia de flores, típica da beira baixa. Hoje ainda se podem ver casas destas nas Machedes, Escabelados e Maiorais.


ZONAS DE LAZER
Possui o Tortosendo um Jardim Público na zona do Largo da Feira, bastante arborizado e florido, e mais áreas verdes, num total de 3.997 m2. Recentemente, construiu a Junta de Freguesia um quiosque bar/esplanada neste local que é uma autêntica sala de visitas desta Vila e que veio melhorar esta zona de lazer. Construiu a Junta de Freguesia em 1996, num terreno que adquiriu uma zona de lazer/praia fluvial, na Ponte Pedrinha. Em 1996 abriu ao público a Piscina de Tortosendo. Uma aspiração de sempre das gentes do Tortosendo a que a Junta de Freguesia deu corpo, num quintal sito entre a R. Fonte da Cale e a R. Srª do Rosário.

 

UNIDOS FUTEBOL CLUBE TORTOSENDO Breve Historial
O Unidos Futebol Clube Tortosendo é uma colectividade fundada em 4 de Maio de 1946 por um grupo de operários e de outras áreas socio-profissionais. Conta, nesta altura, com um número de associados que ronda os dois milhares, o que, numa localidade como o Tortosendo, mostra bem a forte implantação do Clube. Iniciou a sua actividade com a prática de desporto, nomeadamente através de uma equipa de futebol, mas bem cedo alargou a sua área de acção a outros sectores, dos quais se destacam, além do desporto, a cultura, o recreio e a solidariedade social, onde desenvolveu sempre acções de reconhecida importância. Instalou, inicialmente e durante anos, a sua sede em casas arrendadas, mas conseguiu, após muito esforço, sacrifício e dedicação, construir, com a comparticipação do Estado, uma sede própria, obra de extraordinária importância na região e que tem prestado relevantes serviços à comunidade. Dispõe, a sua sede social, de uma pavilhão gimnodesportivo, uma sala de espectáculos, salas de administração, de televisão, de recreio – com diversos jogos, desde snooker, bilhar, matraquilhos, etc – de leitura – onde é possível ler jornais diários, semanários e diversas revistas de vários quadrantes – e uma biblioteca com aproximadamente dois mil volume. Contempla, este edifício, toda a população do Tortosendo, em especial os seus associados.
Na sala de espectáculos, com capacidade para 410 pessoas, o Unidos realizou várias iniciativas, entre as quais:
Promoveu, com regularidade, palestras e colóquios, enriquecendo o conhecimento das pessoas. Lançou cursos de formação profissional, proporcionando a elevação e melhoria de muitos que os frequentavam. Fundou uma secção e um grupo de teatro, que funcionou com actores amadores, recolhidos entre os sócios e outras pessoas não associadas. Instaurou uma tuna musical e um orfeão, possibilitando não só o gosto pela música como, também, a aprendizagem do solfejo e da prática musical, com a aquisição de vários instrumentos. Iniciou sessões de cinema, beneficiando a população com a exibição de filmes de qualidade só possíveis nos grandes centros. Realizou espectáculos musicais com vários artistas portugueses de dimensão nacional, bem como espectáculos de revista portuguesa aquando das digressões nacionais das companhias de teatro. Manteve uma ocupação de tempos livres para as crianças das escolas primárias. Estão a dar-se os primeiros passos para a activação do Grupo Teatral, que já existiu sob o nome de “GATUT”, e ainda para o início de um Cine-Clube e de um Clube de Leitura.
Contribuiu desta forma, para a elevação cultural e profissional de largo sector da população da nossa terra e ajudou a promoção social das pessoas. O pavilhão gimnodesportivo, onde é possível praticar todas as modalidades de pavilhão, possui elevada ocupação semanal, que vai desde as aulas de educação física da escola C+S do Tortosendo, até à cedência a grupos de associados, de clubes e da população em geral, passando pelos treinos das equipas representativas da colectividade, que, presentemente, são:
Basquetebol: movimentando mais de 100 atletas, entre os 6 e os 18 anos, divididos por 6 escalões etários, que participam nas provas regionais. Futebol de Salão: uma equipa constituida por 12 atletas representa a colectividade nos Torneios Distritais, tendo já participado em cinco Torneios Internacionais com equipas portuguesas e espanholas. Xadrez: movimentando cerca de 30 jogadores nas provas da Associação Distrital e da Federação Nacional. Ginástica Rítmica: mantem em actividade 10 atletas femininas, entre os 6 e os 10 anos, actuando, gratuitamente, em todas as localidades do concelho para onde forem solicitadas. Ginástica de Manutenção: proporcionando a cerca de 45 senhoras uma actividade regular de manutenção física, orientada por um professor diplomado.
Foi já prática corrente no Unidos o Hóquei em Patins, o Voleibol, o Atletismo, o Andebol, o Futebol de 11 e outras modalidades. No campo da solidariedade social, o Unidos acompanhou de perto e ajudou em tempos difíceis muitos dos seus associados, e não só, particularmente num período em que grassava nas gentes de recursos mais limitados o flagelo da tuberculose. Estabeleceu um subsídio para a compra de material e livros escolares aos filhos dos associados e atribui um subsídio de funeral às famílias dos associados falecidos.

http://jf-tortosendo.pt/wp/historia-2/

 

 

 

publicado por Memórias às 17:26
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